Copa do Mundo: alguém se lembra?

Em dezembro de 2009, a imprensa brasileira e a grande mídia só tinham um assunto em pauta: Copa do Mundo. Tinha uma série de reportagens específicas sobre a Copa, além da contagem regressiva para o maior torneio esportivo do planeta. Havia também aquela expectativa dos convocados por Dunga, especulações e mais especulações. Veio a convocação e aí houve a primeira decepção dos brasileiros. Coerente com seu pensamento e com o time, Dunga não trouxe nenhuma novidade referente à sua seleção, que se classificou para a Copa com uma das melhores campanhas, mesmo sem apresentar um bom futebol.

Veio a Copa do mundo com seleções fracas, futebol previsível, sem muitas novidades, e para variar e como todos esperavam a seleção canarinho foi eliminada pela Holanda e Dunga foi massacrado pela mídia. O Campeonato Brasileiro recomeça e com jogos fracos, assistimos a briga pelo título por três grandes clubes: Fluminense, Cruzeiro e Corinthians, e vimos também à empolgação que as equipes do Palmeiras e São Paulo entraram em campo para jogarem contra o Flu.

Enfim, o ano de 2010 acabou sem deixar saudades para o futebol brasileiro, principalmente para os paulistanos, que amargaram pelo segundo ano consecutivo o título brasileiro de um clube do Rio de Janeiro, nada contra os cariocas, mas sim contra os comandantes do futebol brasileiro e a grande mídia que sempre privilegia os clubes do Rio.

Mata-Mata

A emoção de uma final e para incentivar os jogadores e os torcedores é a volta do estilo antigo, sou seja, com semifinal e final. Tentar imitar o Campeonato Italiano ou alguns campeonatos disputados na Europa é pura idiotice, afinal quantos clubes grandes existem na Itália? Talvez uns dois ou três, mas nada comparado ao brasileiro que tem pelo menos 13 clubes grandes (para citar o clube dos 13) e tem ainda os clubes de médio porte, capaz de lotar estádios com capacidade de 60 mil pessoas. A fórmula antiga ainda é a melhor. Dizer que os pontos corridos privilegiam a melhor equipe é em termos, pois a equipe campeã sabe passar por todos os obstáculos, como acontece na Copa do Mundo ou mesmo na UEFA.



PIONEER- CAMPEÃO INVICTO KAISER -2010


Pionner campeão da Copa Kaiser 2010


Pionner


AE Sedex, vice-campeã
O time do Pionner da zona sul de São Paulo conquistou de forma invicta a Copa Kaiser 13 ª Copa Kaiser de Futebol Amador 2010. O time conquistou o título após empatar por 0 a 0 com o AE Sedex, porém na cobrança de pênaltis o Pionner venceu por 4 a 3 em uma final eletrizante, e que contou com a presença do técnico da Seleção Brasileira Mano Menezes. A partida foi realizada no domingo, dia 28 de novembro na Arena Kaiser.
O resultado acabou sendo justo para a equipe que se manteve invicta em todo campeonato e terminou também com o goleiro menos vazado. Para o Sedex restou o vice-campeonato e terminou com o artilheiro do campeonato. Em terceiro lugar ficou o Ajax e time do Adega que conquistou troféu fair-play terminou em quarto-lugar.
A festa terminou com a entrega das medalhas e troféus pelo atual técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes.

Liga de Diadema: Campeonatos na reta final

A Liga de Futebol de Diadema organiza dezenas de campeonatos amador do município do ABCD, neste final de ano, os campeonatos chegam a reta final. Confira os resultados e as tabelas dos jogos.

Copa Bhrama de Futebol Amador



Equipe do Guarani da Vila Missionária e acima a equipe do Saudosa Maloca que empataram em 1 x 1 no CDC Missionária.
A competição mais aguardada pelo futebol amador de São Paulo chegou o Campeonato Paulista de Futebol Amador- Taça Brahma. O campeonato é organizado pela Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação, Associação C.U.E.B.L.A. e pela Federação Paulista de Futebol.

Os jogos começam no dia 12 de setembro, com a presença de 128 times. As equipes jogarão em 32 campos da capital e foram divididas em 32 grupos com quatro integrantes cada. Cada time atuará no mínimo três e no máximo 14 vezes. A final do torneio acontecerá no dia 12 de dezembro.


Copa Ferradura - Zona Sul de São Paulo

A primeira foto acimna, é a equipe do Colorado Futebol Clube - Vice-Campeão da 6ª Copa CDC da Ferradura de Futebol.
A foto do meio é do time do Estrela do Sul Futebol Clube - Campeão da 6ª Copa CDC da Ferradura de Futebol Veterano.
 E a terceira foto é do Márcio Rogério Zeferino, Artilheiro da Copa com 10 gols, jogador do Estrela do Sul Futebol Clube.

Uma final de Copa ruim, digna da Jabulani


por Sylvio Micelli


Ufa! Acabou! Uma Copa do Mundo horrorosa. E minha ira não é pelo fato de o Brasil ter feito uma campanha pífia. Gosto do futebol bem jogado, independente de país ou bandeira. Aliás, quem me conhece sabe que sou fã, por exemplo, da garra argentina, que também faltou nesta Copa.

Já não esparava um grande jogo na final. Por sinal, meu filho Victor, do alto dos seus 12 anos, já havia sentenciado na semana passada que Espanha e Holanda decidiriam na prorrogação ou nos pênaltis. Perguntei a ele o porquê. E ele respondeu-me de forma lacônica: “basta ver o que fizeram”. Ele acertou.

A Espanha foi campeã derrotando a Holanda na prorrogação e num jogo onde a violência prevaleceu. No começo da partida, a Espanha até pôs sua melhor qualidade em campo. Depois descambou a bater tanto quanto a Holanda. As maiores chances foram, ironicamente, do time holandês e nos pés de um de seus melhores jogadores. Robben falhou por duas vezes com importantes defesas de Casillas. Mas, como diz a molecada: vamos combinar! Não se perdem gols assim numa final de Copa do Mundo. Romário, no lugar de Robben, mandaria pra dentro, sem dificuldades.

No final da prorrogação, quando tudo indicava a decisão nos pênaltis, numa jogada que será reclamada pela Holanda nos próximos quatro anos, Iniesta (que resolveu jogar apenas na prorrogação) fez o gol que deu à Espanha o seu primeiro título. E com todo o respeito aos espanhóis, será muito difícil que La Furia conquiste outra Copa do Mundo, ao menos a médio prazo. O gol nasceu de um escanteio não marcado para a Holanda e de uma falta feita no atacante holandês Elia.

Enfim, o jogo de hoje lembrou-me a final do Campeonato Brasileiro de 1985 entre Coritiba e Bangu. Mais uma vez, com todo o respeito, temos um campeão, mas sem o mesmo brilho dos outros. E que me perdoem a sinceridade: temos como efetivos campeões de Copa do Mundo, Brasil, Uruguai, Argentina, Itália e Alemanha. Inglaterra e França são caseiros. E a Espanha venceu uma disputa longe da Europa onde o menos ruim durou até o fim.

Como sempre acreditei no apelo político da Copa do Mundo, um país dos PIIGS (*) venceu a Copa. Isso deve melhorar a economia e a autoestima da Península Ibérica.

Para quem acha que Brasil e Itália protagonizaram em 1994, a pior final de Copa apenas pela decisão nos pênaltis, discordo. Primeiro porque são Brasil e Itália e eram seis títulos mundiais em campo. O vencedor seria o inédito tetracampeão. Segundo porque o jogo aconteceu ao meio-dia no calor do Rose Bowl em Pasadena na tórrida Califórnia.

Seja como for, parabéns à Espanha e à grande colônia espanhola do Brasil.

O que sobrou da Copa da Jabulani



Vuvuzelas: uma corneta pé-no-saco que ensurdeceu o planeta e tirou o barulho da torcida nos estádios. Que ela seja sepultada junto com a Copa, para o bem do futebol.

Uruguai: a mística da Celeste Olímpica voltou. Sob o comando de Fórlan, uma equipe desacreditada que só foi à Copa na repescagem, ficou num honradíssimo 4º lugar. Já temo pelo Uruguai em 2014…

Jabulixo: uma bola tresloucada que gerou discussões até com a Nasa não podia dar uma boa Copa do Mundo. Tudo bem que seja a mesma bola para todas as equipes e jogadores, mas nunca uma bola trouxe tanta polêmica. Ela foi diretamente responsável por “frangos” risíveis e gols estranhíssimos.

Espelho meu: os grandes jogadores e estrelas do planeta negaram fogo. Kaká, Messi, Cristiano Ronaldo, Rooney, Henry, entre tantos outros, ficaram pelo caminho. Foi a Copa de Schweinsteiger, Müller (a grande revelação), Sneijder e Forlán. Este último, eleito o melhor da Copa com a seleção uruguaia em quarto lugar, é prova de que foi uma disputa fraca. Mas ele merece o título por representar a garra sulamericana.

La mano de Dios (uruguaya): o lance de maior emoção, ao menos para mim, foi “la otra mano de Dios” de Luís Sanchez do Uruguai contra Gana.

Invencível Oceania: a única equipe que não foi derrotada nesta Copa do Mundo foi a poderosíssima seleção da Nova Zelândia que teve três empates na primeira fase. Mesmo assim ficou em terceiro lugar no seu grupo. Ficou à frente da patética seleção da Itália e os jogadores foram recebidos em seu país como heróis nacionais.

Os Três Patetas: além da Itália, é melhor nem comentar a campanha da França, com toda a confusão que houve e até mesmo da Inglaterra que, mesmo chegando às oitavas de final em segundo lugar de seu grupo (atrás dos Estados Unidos que se classificou no último minuto), foi triturada pela Alemanha, ainda que o gol de Lampard tenha sido mal anulado.

Virgens: Foi uma final de equipes que jamais haviam vencido uma Copa do Mundo. A Espanha nem tinha chegado a uma final.

Perdeu mas ganhou: foi a primeira vez que uma equipe campeã foi derrotada em sua estreia. A Espanha perdeu da Suiça no primeiro jogo. Pior: a La Furia quase ficou fora da Copa. Se tivesse empatado com o Chile e a Suiça tivesse vencido Honduras, os espanhóis estariam fora. Ainda que Suiça e Espanha tivessem vencido seus últimos jogos na primeira fase, a Espanha jogaria com o Brasil nas oitavas de final.

Coadjuvante: a Holanda confirma sua fama de eterna vice. Não sei como se escreve o ditado “jogamos como nunca e perdemos como sempre”, que é atribuído à performance da seleção mexicana. Fica o recado. Aliás, lembro-me de um twit de uma amiga (@mariacarol) no final do primeiro tempo de Brasil e Holanda, quando ainda vencíamos. Ela escreveu algo mais ou menos assim: “a Holanda monta time bons, mas sempre perde no final. A camisa laranja tem cara de equipe de série B”.

E por tudo isso, a Copa da África do Sul já virou história. Agora o “polvo-profeta” Paul, aquele que acertou todos os resultados da fase final da Copa pode descansar em paz.

Que 2014, aqui no Brasil, as coisas sejam bem melhores. Até porque ficar pior não dá.

(*) PIIGS é um acrônimo pejorativo originalmente usado na imprensa de língua inglesa, sobretudo britânica, para designar o conjunto das economias de Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha (Spain em inglês). Em inglês o acrônimo significa “porcos”, animais por vezes usado em caricaturas para ilustrar a má performance econômica dos países. O termo começou a ser usado durante a crise econômica de 2008-2009, quando as economias dos PIIGS foram consideradas vulneráveis em razão do alto ou crescente endividamento e do alto déficit público em relação ao Produto Interno Bruto (PIB).

Fonte: Wikipedia



Água Santa é bicampeão de Diadema

O time do Água Santa conquistou o bicampeonato diademense da 1ª Divisão do Campeonato Amador ao empatar por 1 a 1 com o time do Unidos da Vila. A partida foi realizada no final de maio no campo do Piraporinha. A primeira partida da final terminou em empate de 0x0 e, a equipe conquistou o título pela melhor campanha no torneio e, desta forma o time terminou o campeonato invicto. No ano passado, a equipe conquistou o título ao derrotar o Imperial por 4 a 2.