Água Santa tem a nona maior torcida de São Paulo

Recém chegado  ao futebol profissional, o time do Água Santa de Diadema já está fazendo história, tanto nos campos, como nas arquibancadas. De acordo com a reportagem publicada pelo jornal ABCD Maior pelo repórter Antonio Kurazumi, publicada no mês passado, o time de Diadema possui a melhor média de público do Estadual, com 4.777 pagantes por jogo (19.109 ao todo), mais que o dobro do segundo colocado na lista - a Matonense, que leva 2.065 torcedores em média a cada partida.
De acordo com o periódico em uma só partida em casa, por exemplo, o Água carregou mais torcedores que os demais rivais do ABCD em todas as jornadas na condição de mandantes. A verdade é que o Netuno, como é chamado a equi´pe de Diadema, só tem oponentes à altura nesse quesito na Série A-1, correntes nas demais divisões de São Paulo.
A reportagem informa que o clube diademense, que estreia nesta temporada no futebol profissional, ocuparia a nona posição pegando como base os números (média de público) das equipes que jogaram o torneio principal em 2013, atrás dos quatro grandes, o São Bernardo e o trio do interior, Botafogo, Ponte Preta e 15 de Piracicaba.
A matéria publicada no periódico do ABC traz uma entrevista com o presidente do Água Santa Paulo Sirqueira, que não sabe precisar o número total de fãs do Água, mas diz que as duas torcidas organizadas, Aquáticos e Tubarão Azul, têm oito mil torcedores cadastrados. Com sede no Jardim Inamar, o time movimenta multidões porque arrasta torcedores ao estádio do Inamar oriundos de outros bairros de Diadema.





Comunidade dispõe de várias atividades gratuitas

Os moradores da região contam com aulas gratuitas de várias modalidades esportivas, que vão do futebol e até mesmo do esporte mais popular dos estados Unidos, que é o baseball, entre outras atividades. Às quintas-feiras, O Instituto O Gol pela Cidadania também utiliza o local para aulas de futebol, das 9h às 10h30. Os interessados podem ir até o local, na que fica na Rua Eduardo Amigo, 120 – Jardim Umuarama, – Arena Felipe Tadeu – Tratar com Júnior, no telefone 9-8443-3161.

Pela mudança do Campeonato Paulista e criação de um ranking



Um campeonato logo, chato, com jogos fracos, times horríveis e total desinteresse dos jogadores, clubes e da torcida. Este é o Campeonato Paulista. Há anos em decadência, este campeonato já foi um dos mais importantes do país, com times do interior que eram inesquecíveis como o Guarani de 1978 ou Ponte Preta de 1977-1981, a Inter de Limeira de 1986, entre outras equipes. Sem falar dos times que revelavam grandes atletas. Mas, nos últimos cinco anos, estamos assistindo um campeonato sem graça alguma, principalmente com esta fórmula longa.

Hoje, o Campeonato Brasileiro é o mais importante. A Copa do Brasil se constitui a partir deste ano, com a participação de todos os clubes já classificados na Copa Libertadores, como o segundo campeonato mais importante do país. Os campeonatos regionais, cabe então as federações a realização, em um período de 4 meses (janeiro a maio).

Como consequência dos “regionais” a pré-temporada dos atletas fica cada vez mais curta, e como consequência, os jogos acontecem como times e jogadores de baixo nível.

Campeonato Paulista
Muito se discute sobre as fórmulas do Campeonato Paulista. Alguns sugerem que o campeonato deveria ser disputado por apenas 10 equipes. Outros afirmam que dividir os participantes em grupos seria uma solução.
Acredito em uma hipótese que pode parecer absurda, mas que faz sentido, ou seja, o Fim das divisões do Campeonato Paulista e a criação de um ranking. Hoje existem mais de 100 clubes ligados diretamente à Federação Paulista.

Os 20 melhores ranqueados (1ª Divisão) seriam cabeças de chaves. Os demais clubes participariam de uma seletiva regional, desta forma estimulariam clássicos como Comercial x Botafogo em Ribeirão Preto, entre outras centenas de clássicos de histórias e culturas espalhadas pelo interior que não acontecem mais por conta destas divisões A1, A2, A3, Segunda Divisão... Isso tem que acabar.

Os classificados nestas seletivas regionais iriam direto para um dos grupos; ou seja, cada grupo com cinco times, com jogos de ida e volta. Classificariam 2 equipes. Daí em seriam divididos em mais grupos e, assim sucessivamente até chegar à final.

Podem ser várias fórmulas de disputa, mas de imediato deve-se acabar com as divisões e a criação de ranking Paulista.

Futebol deixa de ser 'esporte' e pode perder praticantes no Brasil



Aqueles jogos com a bola como, “gol a gol”, “três dentro, três fora”, “bobinho”, “com camisa e sem camisa” entre outras brincadeiras lúdicas que envolviam o futebol, estão com os dias contados. A pesquisa da Fundação Santo André “O uso do futebol pela mídia televisiva brasileira: o futebol tratado como mercadoria” realizada pela socióloga Priscila Sanches e orientada pelo professor Carlos Cezar Almendra, revela que o futebol deixa de ser esporte e passa ser parte da cultura massa, apenas como entretenimento e aos poucos perde praticantes no Brasil, e com isso, suas inúmeras brincadeiras tendem a desaparecer.
O trabalho foi apresentado no final do ano passado e aponta que o futebol ainda é, por enquanto, a modalidade esportiva mais praticada no país, porém, diferente do que foi no passado. Antes, o esporte era lúdico e agregava as pessoas, transformando-o no esporte mais democrático. Hoje, o futebol é voltado para a televisão, pois é ela que tem o papel de organizar a modalidade no país.
Segundo a socióloga, a principal característica do futebol profissional é vencer a todo custo. O atleta precisa mostrar resultado imediato e isso reflete no amadorismo, nas escolinhas de futebol e também nas aulas de educação física. “Todos estão influenciados que o ‘vencer’ é o mais importante, e acaba com o lúdico e com as brincadeiras que eram propiciadas pelo esporte e com isso há uma diminuição do interesse de muitas crianças em praticar o futebol”, disse.
Segundo a pesquisadora, tudo é pensado para o marketing e nas propagandas, e o atleta é o que tem menos participação, colocam o papel do jogador em segundo plano e, eles nem se importam, devido aos seus altos salários. “Para ter uma ideia, na Copa do Mundo no Brasil em 2014, já existem jogos marcados no nordeste para às 13h, que é um horário impróprio devido ao calor, porém é voltado para as televisões da Europa”, informou.
Isto se reflete também na mídia que cobre o futebol, pois antes, o jornalista esportivo não tinha tanta importância como se tem hoje. As coberturas jornalísticas de esportes eram realizadas pelos estagiários. “As televisões quando falavam sobre futebol não tinham tanta propaganda como tem hoje. Atualmente as grandes empresas querem ter suas marcas atreladas ao futebol e, para isso, pagam milhões”, comentou.
De acordo com a pesquisadora, foi a partir de 1955 quando as primeiras partidas começaram a serem transmitidas ao vivo. “No Brasil, a partir do Clube dos 13, o marketing ganhou força, com grande campanha com o apoio da televisão”.
O futebol hoje é uma iniciativa privada que proporciona o espetáculo. “Afinal, o futebol deixou de ser esporte para ser parte da indústria cultural dentro da sociedade de consumo”, conclui Priscila Sanches.
Sérgio Pires

Amigos do GOL - Equipes e amistosos

Ponte Preta - Vila Missionária

Portuguesa do jardim Miriam - 2012

Marquinho - Ex-presidente da Liga de Futebol Amador de Diadema e atual secretário de Esportes do Município de Diadema e Denilson

Confraternização do Estrela da Catarina - Carlão em destaque

Equipe Águas de Lindóia

Águia Negra Americanópolis - 2012

Portuguesa do Jardim Miriam - Peruíbe - janeiro de 2013

Gramado sintético do CDC Ferradura é inaugurado

O novo gramado sintético do CDC Ferradura foi inaugurado no aniversário de São Paulo, no dia 25 de janeiro. Com a presença de inúmeras pessoas e esportistas da região, a inauguração contou com a presença de inúmeros craques “Amigos do Dorval” que jogaram contra a equipe Masters do Botafogo da Vila Santa Catarina.
O evento contou com a presença dos ex-jogadores de futebol, Edu Bala, Edu (ex-Santos), Dudu, Paulinho, Mauro, Amauri, Tião, Gilberto Sorriso, entre outros. A abertura oficial foi realizada pelo vereador Dalton Silvano, autor da emenda para os recursos da obra. Participou também do evento o subprefeito do Jabaquara Dirceu Mendes.

Durante a cerimônia o ex-jogador do Santos e um dos responsáveis pelo CDC Ferradura, Dorval, foi homenageado pela diretoria do Ferradura.
Edu (ex-Santos) com Sérgio, editor do GOL

Vereador Dalton e diretoria do Ferradura na inauguração do gramado.

Equipe Master do Botafogo da Vila Santa Catarina

Amigos do Dorval e Botafogo

Amigos do Dorval

Sérgio Pires (Editor do Jornal O GOL e Dudu)

Dorval sendo homenageado

Mauro (ex-Corinthians) e Sérgio

Dorval

Cadê o Pólo Cultural Cidade Ademar?

Como morador do bairro, testemunhei momentos incríveis na antiga “Feira Livre da Cidade Ademar”. No local, era uma das maiores feiras da zona sul, um espaço bem propício pelo tamanho, facilidade de chegar ao local e também a feira não ficava nas ruas atrapalhando o trânsito. Aos sábados, domingos e feriados, o mesmo local servia de espaço para jogar bola, e também utilizado pelas auto-escoltas onde as pessoas aprendiam a dirigir carro, motos e fazer as tão temidas balizas. 
Em datas especiais, o local recebia shows, muitos shows, ali na Feira Livre já passaram artistas como: Ira, Paralamas do Sucesso, Exaltasamba, Katinguelê, Raça Negra, Lecy Brandão, Netinho de Paula, entre outros grandes artistas. Além disso, era um espaço para as fanfarras da região desfilarem. Todos os anos o local recebia fanfarras de escolas de várias regiões de São Paulo para suas apresentações, onde os adolescentes mostravam seus talentos. Sem falar das quadras que existiam ao lado, onde os jovens podiam aproveitar o espaço para o lazer. 
Tudo acabou para a construção do tal sonhado “Pólo Cultural”. A primeira destruição do local aconteceu no governo da prefeita Marta Suplicy (2002-2006). Quebraram a marquise, destruíram todo o espaço, e todos podiam vem os entulhos das obras durante três anos. Em seu último ano, construiu uma pista de skate, plantou alguns coqueiros e um mini palco lá no fundo. 
Depois veio o Serra/Kassab (2007-2012) e não fizeram absolutamente nada. Destruíram a pista de skate, com a alegação de segurança pública, ou preconceito contra os skatistas, pois alegavam alguns comerciantes que os skatistas eram “marginais”, uma visão bem preconceituosa e foi atendida pela prefeitura, que no local construiu uma base que seria um posto policial, mas até hoje não funciona, lá no fundo do espaço, destruíram o mini palco e plantaram um jardinzinho. 
Hoje, a base policial está abandonada, pixada, e no local os skatistas “perigosos” continuam a freqüentar sem a mínima infra-estrutura. Se os governantes não fizessem nada no local teria sido mais útil. A população teria o espaço da feira, dos shows, do lazer, para aprender a dirigir e o nosso dinheiro não teria sido gasto em vão com medidas incompetentes. 
Mas o abandono da feira Livre mostra a incompetência de vários políticos da região. Se nenhum vereador ou político do bairro foram capazes de viabilizar a infra-estrutura do local, imaginem os vereadores eleitos que ganharam voto aqui na zona sul, que são do outro lado da cidade. Estes não terão as mínimas condições. 

Sérgio Pires
Editor do jornal O Gol

Casados contra solteiros

O time dos Casados ganhou da equipe de Solteiros mais uma vez. O placar foi de 6 x 1. O jogo já é uma tradicional disputa que começou na Santo Afonso e no Morro Dunga, porém, hoje não há quase jogadores desta região. Veja as fotos.